Aquele mal colorido,
onde, na mistura das cores,
vê-se o branco.
O branco da paz. Da minha paz.
Verás que não será o mal,
mas seu bem camuflado.
Escondido sobre este papel,
torcendo por sua queda,
para oferecer-lhe o ombro.
"O poeta flutua entre a felicidade e a poesia. As palavras saltam do coração que se espreme, fogem da alma que se vê mortal, escorrem dos olhos que já não sonham mais. O poeta não tem o direito de sorrir. Seus amores serão sempre impossíveis para que suas rimas sejam eternas." (Renan Dias)
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